Segundo Domingo do Advento

destruição do exterior, deve tornar-se expansão no interior da alma

Rudolf Steiner

 

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Este é o motivo principal da época do Advento. Para voltarmo-nos para a luminosidade calorosa do Natal, necessitamos passar pelos tremores, sustos e espasmos da destruição. Ali é que devemos pressentir o que luze delicado para o futuro.

As bênçãos para o ano vindouro continuam a ser “gestadas”. Algo de divino… de sagrado está por vir.

A confiança no que está “se aproximando” pode ser o tom desta “prece”. Confiança que se apresenta na vontade, no fazer/agir da Trimembração.

A polaridade da confiança é o Poder. O poder da força de vontade que, quando não guiado pela moral, se apresenta em forma de dominação, trilhando o caminho de subjugar nossos semelhantes.

Aqui, o futuro é o “tempo verbal”, é quem dá a direção do nosso olhar … confiança no futuro é o que o mundo espiritual quer.

É o momento de iniciarmos o acender da vela verde – representante do mundo vegetal, do corpo etérico em nós. Mundo vegetal este que nos presenteia com a beleza da natureza, com o fluxo divino, com o calor das plantas, com as cores das flores e com a esperança das sementes. Enfim, com o ritmo sutil que nos permite a vida.

A segunda semana do Advento nos convida a meditar, todas as noites com as duas velas da Coroa do Advento acesas. Neste período, o corpo físico e o corpo etérico estão presentes e em graça.

O fortalecimento destes dois corpos permitirá que, no futuro, na terceira semana do Advento o mundo animal – corpo astral em nós, se apresente com sua força em direção ao EU.

Boa meditação.

Tânia C. S. Matos.
Desenvolvimento Humano e de Organizações.
(11) 999445706 (vivo).

 

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